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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

TUNING - PARTE 2 - HISTORIA

A arte de alterar automóveis é já bastante antiga, a sua origem mistura-se com a origem dos automóveis. Foi na década de 1910, praticamente quando se deu o grande aumento do número de automóveis e a sua produção em série, que as primeiras pessoas começaram a alterar os motores dos famosos Ford Modelo T para obter mais potência. Sempre houve e haverá assim, pessoas que não estão contentes com o desempenho e aspecto do seu automóvel. Depois da Segunda Guerra Mundial este movimento intensificou-se nos Estados Unidos e na Europa e surgiram as primeiras empresas dedicadas à preparação e personalização de carros e motores. Um movimento que teve grande notoriedade foi o hot rodding. Surgiu na década de 1940, no final da guerra. Os jovens militares Americanos que regressavam ao país com algum dinheiro, e gozavam de alguma liberdade, tinham disponíveis carros da década anterior a um preço bastante acessível. A indústria automóvel americana tinha estado dedicada a fornecer o exercito durante alguns anos e não tinha evoluido. Assim esses jovens, inicialmente na Califórnia, começaram a modificar os carros, introduzindo elementos que ainda hoje os caracterizam os hot-rods como o menor peso, maior potência, tejadilhos rebaixados, pneus largos, etc. O nome Hot-rods provém da combinação de Roadster (rod) e Hot que significa quente. Anos mais tarde deu-se mais relevância ao aspecto e construíram-se alguns carros verdadeiramente virados para o show-off.



Com o tempo algumas empresas foram criadas especificamente para a preparação de carros, nos EUA e Europa, algumas delas criando nomes que ainda hoje são bastante conhecidos. Em meados da decada de 80, e com o sucesso do campeonato alemão de Turismos (DTM) onde viaturas de produção competiam dando muito espectáculo, contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento do tuning no continente Europeu. Os vários trofeus monomarcas e campeonatos criados nos vários países contribuiram também para o desenvolvimento do tuning. Os adeptos de automóveis procuravam peças e componentes usados em competição e que dessem um aspecto parecido esteticamente ao do seu carro preferido de competição, pois algures haveria um BMW, um Mercedes, um Alfa Romeo, um Renault a competir que inspirava os utilizadores dos automóveis normais.
Cada país ou continente desenvolveu um estilo próprio e sub-culturas que se movem em torno de automóveis modificados. O mercado do tuning é hoje em dia um sector que movimenta muito dinheiro. O sucesso dos filmes da saga "Velocidade Furiosa" e "Velocidade mais Furiosa" entre outros contribui também para a divulgação do tuning a um publico onde não chegava antes.

Em portugal a arte de personalizar automóveis ou mais designado e conhecido por "Tuning", tem vindo a aumentar de uma forma estrondosa, embora ainda com muitas penalizações.


Significado do Tuning
Tuning em inglês significa algo como "ajuste fino" ou "especialização". Tuning é então a arte de ajustar ou personalizar veículos de modo a torná-los mais seguros, bonitos ou com a cara do dono.
O Tuning em Portugal nunca foi tão difundido como nos dias de hoje. Antes considerado como atividade de excêntricos ou "playboys", agora o tuning é uma mania que cada vez mais toma conta de Portugall.
Encontrar equipamentos para tuning era uma actividade demorada, e muitas vezes frustante (porque a oferta de acessórios para tuning era diminuta). Agora, encontrar desde o mais simples adesivo até peças de motor inteiras cromadas é muito fácil, sendo possivel comprar peças para tuning sem sair de casa!

TUNADOS - PARTE 1 - FOTOS





Jipão incrementado é presente para o 30º aniversário da Classe G





Rio - Para o trigésimo aniversário da Classe G, a Hamann-Motorsport, empresa que desde 1986 customiza nobres modelos da dinastia alemã, decidiu que iria usar o G55 AMG Supercharged para redefinir o que é um utilitário esportivo, sem o estigma do fora de estrada.

O jipão ganhou componentes que incrementam a aerodinâmica, rodas de 24 polegadas e novo sistema de exaustão esportivo em aço inoxidável. Isto sem falar no motor 5.5 V8, onde a tropa aumentou de 514 cavalos de potência para ‘humildes’ 608 cv. Com isto, ele passou a fazer de o 0 a 100 km/h em 5,1 segundos e a máxima saltou para 261 km/h.

Na dianteira há novo para-choque que traz dois faróis de iluminação diurna com LEDs, capô com uma grande tomada de ar e setas escurecidas. Nas laterais, os para-lamas foram alargados em 6 cm para abrigar os pneus 315/35 R 24.

Na traseira um spoiler no teto, a capa do estepe com logotipo Hamann e friso preto, para-choques com extratores e lanternas escurecidas completam o visual agressivo deste tunado.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

História Peugeot






A marca francesa Peugeot foi fundada em 1882 por Armand Peugeot. A Peugeot começou como uma marca produtora de bicicletas, lançando-se na produção automóvel em 1890. O modelo criado nesse ano recorria a um motor Daimler.

A Peugeot foi a primeira marca a introduzir pneus de borracha na produção de automóveis.

Em 1896 a Peugeot construiu o seu primeiro motor, aplicando-o no modelo Type 15. Nesse mesmo ano, Armand Peugeot separou-se da firma familiar, construindo uma nova fábrica.

Em 1903 a Peugeot adicionou um motociclo à sua gama, passando a produzir motociclos desde então.

Durante a 1ª Guerra Mundial, a Peugeot voltou a sua produção para o armamento e veículos militares. Com o final da guerra, a Peugeot separou-se em duas divisões: divisão de motociclos e bicicletas e a divisão automóvel, começando a apostar fortemente nesta.

Em 1929 a Peugeot lançou o modelo 201, este foi o primeiro Peugeot a ser produzido em massa com suspensão frontal independente, sendo também o primeiro automóvel a utilizar a numeração com três dígitos. A Peugeot patenteou todos os números de 101 a 909, motivo pelo qual a Porsche foi forçada a alterar o nome do 901 coupé para 911, em 1963.

Com a chegada da grande depressão as vendas da Peugeot diminuíram drasticamente, mas mesmo a assim a Peugeot sobreviveu. Em 1933, para surpreender introduziu um novo estilo, um automóvel com hardtop rebatível, sendo esta ideia utilizada mais tarde em outras marcas automóveis e também no Peugeot 206 cc.

Durante a II Guerra Mundial a Peugeot lançou os modelos 202, 302 e 402, modelos que apresentavam linhas mais arredondadas. Mas estes modelos não foram produzidos durante muito tempo, pois as fábricas da Peugeot foram fortemente bombardeadas. Em 1948, recorrendo às linhas de Pininfarina, a Peugeot voltou à produção, lançando o Peugeot 203.

Em 1958 a Peugeot aventurou-se no mercado Norte-americano.

Devido a um acordo proporcionado pelo governo francês, a Peugeot adquiriu a Citroën em 1975, dando origem ao grupo PSA (Peugeot Société Anonyme) cujo objectivo era manter a identidade de ambas as marcas, partilhando apenas os mesmos recursos técnicos. Nesse mesmo ano a Peugeot vendeu a Maserati à DeTomaso, que estava em poder da Citroën.

Em 1978, a Peugeot aproveitando-se da crise financeira que a Chrysler atravessava, adquiriu a sua divisão europeia. Mas este investimento mostrou-se um fracasso, resultando em perdas financeiras entre 1980 e 1985.

Em 1983 foi lançado o Peugeot 205, modelo ao qual se deve em grande parte a viragem nas vendas da Peugeot. Este modelo mostrou-se uma viragem na filosofia da Peugeot, sendo que esta era considerada até então a mais conservativa das três marcas francesas. Desde então a Peugeot foi aumentando o seu volume de vendas, estabelecendo-se no mercado como uma das principais marcas automóveis.

História da Mercedes-Benz







Por Fernando Rebouças

Utilidade, status, segurança, luxo e encurtar distâncias podem ser considerados fatores para se desejar um carro, mas qual seria o principal fator para se ter um Mercedes? Emil Jellinek, austríaco , era um comerciante que adorava carros, certo dia visitou a fábrica “Daimler” e solicitou alguns modelos para revenda .

Após o sucesso dos negócios, Jellinek solicitou em 1899, um carro para competições à mesma fábrica; Jellinek venceu o rali Nice – Megagnon – Nice apelidando o seu carro de corridas de Mercedes. A partir de 1900, a “Damler – Motoren – Gesellshaft” iniciou a fabricação de uma linha de carros sob a marca Mercedes.

Em 1926, o empresário Karl Benz une-se a “Damler” (já reconhecida como Mercedes), daí Mercedes–Benz. Na Alemanha, “Gottlieb Daimler” e Karl Benz fabricaram os primeiros automóveis motorizados, o primeiro ônibus e o primeiro caminhão a gasolina e diesel.

A visão da empresa Mercedes–Benz sempre foi buscar a inovação, a qualidade e a abertura de novas oportunidades no mercado. Materializou em sua história o sonho de gregos e romanos em criar “A Carruagem sem cavalos”.

No dia 7 de outubro de 1953 é fundada a Mercedes–Benz do Brasil, Alfred Jurzykowski foi o primeiro presidente. A primeira fábrica brasileira foi instalada em São Bernardo do Campo.

Ter um Mercedes–Benz é ter um veículo que cumpre muito mais do que encurtar distâncias, é um carros que transmite classe, oferece segurança e significa ter o melhor volante nas mãos.